❇️ A fibrilação atrial é um tipo de arritmia cardíaca com características muito específicas que atinge 2 a 4% da população mundial, sendo mais comum quanto maior for a idade da pessoa. O coração que sofre de fibrilação atrial tem seus batimentos acelerados e que passam a bater em ritmo irregular. Isso porque a doença atinge os átrios, cavidades superiores do coração, e faz com que eles se contraiam sem compasso.
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❇️ Além disso, uma diminuição do fluxo de sangue pode acontecer em algumas partes dos átrios, levando à formação de coágulos de sangue. Esses coágulos podem se desprender e, através da corrente sanguínea, obstruir pequenos vasos sanguíneos à distância. Se acontecer em alguma artéria do cérebro, tem-se um quadro de acidente vascular cerebral (AVC ou derrame).
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❇️ Quando o coração se encontra em seu estado normal, sem danos, ele recebe estímulos elétricos regulares, que geram os batimentos cardíacos. Em casos de fibrilação atrial, esses estímulos são desregulados e, assim, há alterações no ritmo cardíaco – a arritmia acelerada que caracteriza a doença. Isso pode ocasionar palpitações, cansaço ou mal-estar.
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❇️ Cada pessoa responde de forma diferente à fibrilação atrial. Os pacientes podem não apresentar sinais e sintomas claros no início e, por isso, não buscam tratamento – o que causa uma piora progressiva da função cardíaca e pode até resultar, pela falta de medidas preventivas, em um acidente vascular cerebral (AVC).

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